atando os fios,
as pontas do pensamento, os rios,
as orações que dissolvem os braços da decadência,
não falo de política,.falo de mim, dos sonos que andei tendo
por conta dos turvamentos meus mesmos,
das organizações das coisas que se movimentaram
cá em minha frente,
nos calabouços da estrada existencial
as pontas do pensamento, os rios,
as orações que dissolvem os braços da decadência,
não falo de política,.falo de mim, dos sonos que andei tendo
por conta dos turvamentos meus mesmos,
das organizações das coisas que se movimentaram
cá em minha frente,
nos calabouços da estrada existencial
abro as janelas do sangue,
as janelas que se abrem e se fecham
atadas a torre de minha amiga fé
as janelas que se abrem e se fecham
atadas a torre de minha amiga fé

