com o ver das Orcas
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com o ver das Orcas
e das barbatanas azuis, sigo a seta,
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com o ver das Orcas
e das barbatanas azuis, sigo a seta,
a soma, o modulante cardume,
o corcel d'ouro que some entre a neve
o corcel d'ouro que some entre a neve
e o rebento gerido pelo sol ártico
eu sou o escritor que esteve morto, submerso,
ancorado na antiguidade Persa, nos molares do cão;
andei morto sim, afastado dos acordes que tanto amo,
dos jantares intrigantes das moreias que se movem,
que são corrente vivas de livros
que aqui ora escrevo
ancorado na antiguidade Persa, nos molares do cão;
andei morto sim, afastado dos acordes que tanto amo,
dos jantares intrigantes das moreias que se movem,
que são corrente vivas de livros
que aqui ora escrevo
( edu planchêz )
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