segunda-feira, 19 de novembro de 2018

poeta que desagrada os logos filósofos da usp
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mudanças no cinturão de orion ?
dizem os místicos, os magos, os que leem um pouco mais...
mas a verdadeira mudança ocorre aqui em mim
poque eu quis;
"mas há os signos", sim, eu sou um signo,
um bilhão deles,
claro que nasci sob influencia de signos...
signos mangas carlotinhas
( coquinhos para os que vivem nas comarcas de são paulo...)
frutas que povoaram meus dias de rua marangá 604
signos céus rajados de pipas, regentes pipas amarradas
nos olhos dos meninos, eram rios de pipas, mares de pipas,
dias tardes de ventos loucos, de ventos calmos,
ventos densos que me acompanham,
que seguirão para além do cinturão de estrelas
que nos levarão
para as casas dos androides sem prazo de validade
nasci sob a influencia do signo manga carambola jenipapo jambo abiu cajá,
e deu nesse poeta que desagrada os logos filósofos da usp,
que se julgam a mãe de todas as tarântulas,
os monarcas da grande compreensão...
( edu planchêz )



fuga de moléculas para a atmosfera, 
algo do tamanho de um grão de areia,
significa que um quilo não é mais um quilo,
que uma folha, continuará uma pena
A imagem pode conter: 3 pessoas



3 poetas, 3 fazedores de lendas e lendas,
3 traços cor de prata nas plumas das ruas,
ruas mães, ruas antenas, ruas letras
"sou um poeta menor", 
maior que o sol que não ilumina 
os que se julgam,
os que como eu caem 

nos braços do belo manoel bandeira
nus de qualquer cousa
ESCARRO ( agulhas de lucidez coletiva )
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escarro a cara do cara di cara,
a cara da história ignorada,
contra fatos não resta duvida,
contra duvidas, fatos,
"duvida e eclipse",
nossa vida remendada com agulhas de resistência,
agulhas de lucidez coletiva
nacos de queijo
no pão,
na chapa,
na boca,
no sentido real de aqui estar
em comunhão,
em estrondo dourado
rupeste, eu, o cervo desenhado
na mente do penhasco
por mãos humanas há 100 mil anos,
estive no primeiro e no último instante
da união dos dedos arautos 
do que em mim hoje é arte
se foram as frentes frias,
os mais tórridos verões,
o intervalo entre duas civilizações...

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

sob a vigilância da luz invisível,
sigo, 
a noite pertence aos magos,
aos que caçam na esc
uridão

quinta-feira, 8 de novembro de 2018




Zé Ramalho Grão Visir, 
é a arma que tenho para contra-atacar,
para descer aos porões do tesouro 


( edu planchêz )


as ostras desse tempo, 
dessas pérolas 
que cabem no que é inicio de chuva,
centelham definitivamente 
nos cavalos de força dos corpos

quarta-feira, 7 de novembro de 2018



agulhas de lucidez coletiva ( edu planchêz )
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escarro a cara do cara di cara,
a cara da história ignorada,
contra fatos não resta duvida,
contra duvidas, fatos,
"duvida e eclipse",
nossa vida remendada com agulhas de resistência,
agulhas de lucidez coletiva
nacos de queijo
no pão,
na chapa,
na boca,
no sentido real de aqui estar
em comunhão,
em estrondo dourado


decreto nunca me curvar diante das presas
dos que desejam o nosso silencio ( edu planchêz )
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cérebros capados que olham apenas para o hoje,
sem refletirem fazem de seus dedos pistolas 
para intimidar, anunciar a chegada dos répteis,
dos que andavam mortos,
dos que estão ai mas nem nasceram
eu policarpo quaresma ao quadrado,
raiz da matemática das chuvas,
decreto nunca me curvar diante das presas
dos que desejam o nosso silencio
sob a cognitiva visível 
"em meu cérebro coágulos de sol",
celebro o aqui estar, no apogeu dessa tarde poema
por mais terra que eu percorra, 
por mais casas que eu enterre 
na água do corpo



cabeça, pés e mãos ( edu planchêz )
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saindo do passional
para entrar na quântica física,
nos espelhos que foram, 
são e serão sempre imagens vivas e congeladas
dos muitos momentos, das vivencias e parcerias,
do que acende e do que apaga
lidando com o medo. eu, você, eles...
mas lembrando de quem é discípulo do sutra de lótus
nada precisa temer
ruas,.as ruas e ruas,
os cálices que uso para apoiar tua cabeça,
pés e mãos


agulhas de lucidez coletiva ( edu planchêz )
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escarro a cara do cara di cara,
a cara da história ignorada,
contra fatos não resta duvida,
contra duvidas, fatos,
"duvida e eclipse",
nossa vida remendada com agulhas de resistência,
agulhas de lucidez coletiva
nacos de queijo
no pão,
na chapa,
na boca,
no sentido real de aqui estar
em comunhão,
em estrondo dourado

terça-feira, 6 de novembro de 2018




venha limpar seu cu, digo, sua boca ( edu planchêz )
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progressivos e retrógrados,
em meio a enxurrada de bosta
seguiremos abraçados
nadando no cu do relógio do dinheiro,
unindo os olhos da cara ao olho do cu
( do dinheiro? )
dentro da máquina fétida que nada lava,
q tudo suja, o peido mental é o nosso rei,
o reino da vagabundagem
venha limpar seu cu, digo, sua boca,
nos lençóis dos meus poemas,
nas caras da literatura escatológica
que ora defeco



no reino dos que dormem, 
um ciclope cospe, 
vomita pela boca suas tripas
repletas de trevas



Diego El Khouri das trombetas, 
dos tubérculos, 
cortes perfeitos feitos com espátulas 
unhas de ermitão


o mercado dos ciganos ( edu planchêz )
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chove na jacarepaguá
d'eu a mi mujer, chove,
chove sob a trança de nuvens,
no giro dos ponteiros virtuais
acesas estão todas cores do painel,
levantar voou, levantar,
levantar ao ritmo do estranho mundo,
da estranha cela, cela que acabei de abrir,
abrir com as molas do trovão
estou no mercado dos ciganos,
o mercado dos ciganos
veleja na jacarepaguá
da noite de agora
deve ser quase inverno
na outra banda do hemisfério,
na cabulosa floresta de rick dodger,
na caverna onde ele hiberna
enquanto cai a neve,
enquanto caem seus dedos
nas cordas do banjo
para ele dizer cantando
que é um homem entranhado na selvagem natureza
"porque a vida moderna é sem graça"
( em suas palavras ),

(entro e saio,
saio e entro
no mercado dos ciganos )
( edu planchêz )


aos meus pares de filosofia ( edu planchêz )
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aos meus pares de filosofia,
nada peço, pois as nossas antenas,
as barbas... 
já se encontraram noutras dimensões,
"onde o arco-íris é ponte, onde vivem os imortais,
o trovão é seu guarda-mor.
o barra limpa, o grande Thor!""
grande Thor!,
misturemos nossos modos viventes
e nossos víveres
vitae vitae,
caçambas repletas. pratos entupidos de comida,
nada além disso,
apenas o isso de ver o vermelho do dia,
de ver as laranjas flores do flamboyant

( edu planchêz )

domingo, 4 de novembro de 2018




eis o buraco ( edu planchêz )
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nas fornalhas do corpo, nas fornalhas,
nos arredores do campo, do salão
a mim apresentado por uma bruja,
esse salão ficava no oco de uma árvore,
disse-me isso Hans Christian Andersen
guardo comigo os três cães,
o de olhos de botão, o de olhos de xícara...
e de o olhos do tamanho de uma roda de uma carroça...
caríssimo diego el khori,
apenas você me entenderia nessa hora,
apenas você navegante malungo eu
roger walters e seus irmãos pink floyd,
minha mulher catarina crystal, a rainha do egito,
a rainha, a ave, o céu de meus cabelos
sol girassol guitarras som de rio...
meus princípios cor de esmeraldas,
a batida imperfeita, eis o buraco,
a passagem
arco-íris
aviões de cera
almofada quadriculada sorvete chocolate e creme
( edu planchêz )
ao escrever 
redescubro a origem, 
o embrião, tuas taças,
o intocável, o que é apenas meu e seu
por mais terras que eu percorra, 
por mais casas que eu enterre 
na água do corpo




assopro os nós com o vento 
da fronteira que divide a noite do dia
ite do diai




as pessoas não iguais, 
não, não são:
pelas veredas desses quintais,
pelas varandas da arte