terça-feira, 6 de novembro de 2018




venha limpar seu cu, digo, sua boca ( edu planchêz )
------------------
progressivos e retrógrados,
em meio a enxurrada de bosta
seguiremos abraçados
nadando no cu do relógio do dinheiro,
unindo os olhos da cara ao olho do cu
( do dinheiro? )
dentro da máquina fétida que nada lava,
q tudo suja, o peido mental é o nosso rei,
o reino da vagabundagem
venha limpar seu cu, digo, sua boca,
nos lençóis dos meus poemas,
nas caras da literatura escatológica
que ora defeco

Nenhum comentário:

Postar um comentário