terça-feira, 4 de dezembro de 2018



eu sou uma alma vertida em carvão
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caralho! por todas orlas de seres que nos trancafiam
em nós mesmo, eu raio de porra acesa,
guardião do inexplicável, do que não cabe no lógico,
grito não gritando, grito escrevendo,
revertendo elos desfeito, destruindo amarras
sigo e não sigo pelas lavas do que ainda não vi
porque não ver é estar preso ao que nem sei,
e quem sabe alguma coisa?
e a crise, a revolução psicológica nos atraca sem âncoras
nas pedras, nas falha geológicas do continente
das almas vertidas em carvão,
eu sou uma alma vertida em carvão
por ser animal ferido
( se curando nas esfera mais que perfeitas do sol leão
de vladimir maiakovski )

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