e foram tantos avanços, as mulheres bebendo o sol livres
da prisão das roupas sob as luzes do posto nove ipanema;
e o rock acordando nossos olhos pelas ondas da rádio fluminense,
dias em que eu queimava flores de cânhamo
sobre o teto da barca rio-niterói voltando da universidade federal fluminense,
e eram dias de rock,
dias de carnavais alternativos
cheios de guitarras ecoando anárquicos pássaros pelos arcos da lapa
( edu planchêz )
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